LOUCURA OU DESAJUSTE SOCIAL
Palabras clave:
Literatura, Loucura, Desajuste SocialResumen
O objetivo deste artigo é refletir a respeito da loucura. Trata se de um estudo teórico que busca no conto de Bernardo Élis, André Louco, recursos para compreender a relação da literatura com a loucura, entendendo esta última como uma figura de transgressão. Tem-se como tese que essa figura transgressiva é capturada como um modelo pela literatura, para criticar uma certa racionalidade social. Como referencial teórico para ponderar esta temática, buscamos nos voltar a Foucault em seu livro História da Loucura. Parte–se do seguinte questionamento: como a literatura narra sobre a loucura, construindo uma fronteira entre o normal e o patológico.
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Referencias
ÉLIS, Bernardo. André Louco. Goiânia: Ed. Oió, 1959.
FOUCAULT, Michel. História da Loucura. São Paulo: Ed. Perspectiva, 1978.
CURADO, B. A. A. J. F. Bernardo Élis Fleury de Campos Curado: Literatura, Alma Goiana e Sentimento. Revista Sapiência: sociedade, saberes e práticas educacionais. Iporá, volume 09, n. 4, p.1-8, 2020. Disponível em: < https://www.revista.ueg.br/index.php/sapiencia/article/view/11173>. Acesso em 01 de mar. 2021.
MANZI, R. F. Desativar a loucura da doença Mental: uma leitura sobre a transgressão linguística em Foucault. Cadernos Zygmunt Bauman. Maranhão, v.10, n. 24, 2020. Disponível em: < http://www.periodicoseletronicos.ufma.br/index.php/bauman/article/view/15402>. Acesso em 06 mar. 2021.
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